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Fim do auxílio emergencial gera alerta na economia do Juruá

Milhões de brasileiros irão começar o ano de 2021 sem saber como pagar as contas, o Auxílio Emergencial está chegando ao fim sem que o Governo Federal tenha conseguido tirar do papel o plano de criar um novo programa social para substituir a renda extra criada para amenizar os efeitos da pandemia do novo coronavírus.
Economistas projetam um crescimento da pobreza, aumento do desemprego e desaceleração do crescimento econômico para o início deste ano. Sem o Auxílio Emergencial, o comércio que ficou aquecido, mesmo na pandemia em virtude do dinheiro circulando entre as classes sociais mais baixa, já observou o ritmo despencar com a redução de 600 reais para 300 reais.
O presidente da Associação Comercial de Cruzeiro do Sul (CEANOM), O empresário Luís Antônio da Cunha, falou a cerca desse momento para o comércio de Cruzeiro do Sul e do Vale do Juruá.
"Com certeza o impacto será muito forte e muito negativo para o comércio local o fim do pagamento do Auxílio Emergencial, afinal de contas foram milhões de reais distribuídos para a população mais humildes, que gastou, em sua grande maioria no comércio de material de construção e no comércio de alimentos. Já percebemos esse desaquecimento da economia aqui no comércio de Cruzeiro do Sul e no Vale do Juruá", disse.

 

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